terça-feira, 17 de janeiro de 2012
-Doce candura que regurgito-
E a flor que brota em minha garganta cresce para fora e se desabrocha com o sono não vindo como a cândida doçura do momento orvalhado da manha sem seguinte ou anterior sem posterior ao segundo depois do regurgitar das pétalas perfumadas de cândida doçura que sussurram o veneno em meus táteis sentidos que vibram pele a dentro em minha mente para que sinta em meus olhos o cheiro de tal qual letal é a doçura dos ventos ares respirares dos meus pulmões sanções entre o vivo e a pétala da minha boca que cai sem nunca tocar nem flutuar somente cair sem nunca se desligar da canção que respiro dia apos dia nesse asfixiante som que me faz embrulhar o estomago e contrair o sabor deste regurgito.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário