terça-feira, 17 de janeiro de 2012

-Doce candura que regurgito-

E a flor que brota em minha garganta cresce para fora e se desabrocha com o sono não vindo como a cândida doçura do momento orvalhado da manha sem seguinte ou anterior sem posterior ao segundo depois do regurgitar das pétalas perfumadas de cândida doçura que sussurram o veneno em meus táteis sentidos que vibram pele a dentro em minha mente para que sinta em meus olhos o cheiro de tal qual letal é a doçura dos ventos ares respirares dos meus pulmões sanções entre o vivo e a pétala da minha boca que cai sem nunca tocar nem flutuar somente cair sem nunca se desligar da canção que respiro dia apos dia nesse asfixiante som que me faz embrulhar o estomago e contrair o sabor deste regurgito.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

LIVRE PRA SER QUEM SOU!


Só o que preciso é de sentir meus pés deslizando no ar enquanto fico face a face com o chão e depois sentir que esta tudo normal de novo, meus pés firmes e meus olhos vendo o horizonte. Os ombros ficam leves e o abdômen não possui peso algum, me sinto flutuando e é o suficiente pra eu me sentir pleno e livre, pois qual liberdade maior que a de conseguir controlar o corpo em pleno ar? Não sei o que os demais entendem como liberdade, mas nunca vi nada mais livre do que poder se locomover e usar o corpo como bem entender. Que liberdade maior há nesta terra do que a de usar o corpo pra fazer o que bem entende?
Seja qual for à liberdade que outros conceituam e tentam entender, essa é a liberdade que entendo como a verdade,
pois sou livre pra fazer o que bem entendo com o que vou e vou pra onde sou!

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Demonio no templo sagrado

O urro de mil demônios fora bravamente silenciado pelo poder de minha garganta. A fúria se manifestava em meus olhos e tal demônio também contido. A boca aberta exalava o som do silencio, uma energia com o poder para destruir uma noite de paz por dias caso liberada. A visão de meus olhos naquele momento era capaz de paralisar qualquer ser vivo por isso os fechei com tamanho empenho. O demônio que habita em mim é poderoso, comparável a pandora. Não possuo espadas para lidar com tais seres, não sou um herói capaz de lutar brava e tolamente para se vangloriar de seus feitos, mas sou sensato o suficiente para saber a hora de sair de uma batalha e quando o sacrifício trará algo de bom para o mundo que por um segundo quase viu a imagem da besta tanto temida. Não sou um herói, por isso ninguém sabe de meus feitos, pois faço o que deve ser feito para que o bem mais precioso seja protegido, a guarda do templo sagrado desconhecido pelos heróis do conhecimento.