O urro de mil demônios fora bravamente silenciado pelo poder de minha garganta. A fúria se manifestava em meus olhos e tal demônio também contido. A boca aberta exalava o som do silencio, uma energia com o poder para destruir uma noite de paz por dias caso liberada. A visão de meus olhos naquele momento era capaz de paralisar qualquer ser vivo por isso os fechei com tamanho empenho. O demônio que habita em mim é poderoso, comparável a pandora. Não possuo espadas para lidar com tais seres, não sou um herói capaz de lutar brava e tolamente para se vangloriar de seus feitos, mas sou sensato o suficiente para saber a hora de sair de uma batalha e quando o sacrifício trará algo de bom para o mundo que por um segundo quase viu a imagem da besta tanto temida. Não sou um herói, por isso ninguém sabe de meus feitos, pois faço o que deve ser feito para que o bem mais precioso seja protegido, a guarda do templo sagrado desconhecido pelos heróis do conhecimento.
Nenhum comentário:
Postar um comentário