Vocês já notaram o quanto "um" pode ser mais que mil?
O simples fato de ser um já é suficiente para se existir, o inicio da relação entre tudo é um, antes de um não pode ter dois, pois dois é uma dupla de um. Este é o numero que permite que tudo seja o que é de forma positiva (1) ou negativa (-1).
O numero um é filosoficamente o todo, pois tudo se resume á uma única potencialidade, divina ou não. O um é tão grande quanto 1000 por que 1000 é UM conjunto de 1, o um unifica mil em UM milhar, vocês entenderam o tamanho de um?
Agora imaginem uma única mente coletiva, Mil mentes em UM, vocês conseguiriam sobreviver com o fato de ter os pensamentos compartilhados com todos em tempo real? Difícil não? O um é engraçado, quando se resume tudo a ele, às vezes parece que tudo fica menor, tudo fica com o valor um, mas na verdade o um é o maior numero que existe e o mais importante, por que um a mais e um a menos faz toda a diferença.
terça-feira, 25 de maio de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
- Você não existe sem mim-

Bom dia,
Mas existiria dia se você não estivesse aqui?
Hoje estive pensando sobre a existência e ela me mostrou muito complexa. Vejamos um exemplo disso:
Eu só existo porque existe outro, ou seja, eu preciso de alguém alem de mim para que eu possa entender a minha existência. Se você for parar e pensar em processos biológicos isso fica ainda mais evidente, pois eu não existiria se meus pais não existissem dessa forma eu nasci devido ao processo de reprodução e reprodução é exatamente o que quero tentar mostrar. O "eu" só existe quando ele tem um "outro" para se espelhar, que possa reproduzir os conceitos já existentes, ou seja, o "eu" interpreta o "outro" e a partir dessa interpretação ele pode tentar analisar a si mesmo e assim projetar a sua auto-imagem, dando inicio a sua existência.
Dentro deste pensamento podemos ver que o ser humano é um ser social, necessitando de outro para que possa existir, mas não podemos deixar de lado o fato de o homem ser também individual em sua natureza, pois tudo o que acontece com ele diz respeito exclusivamente a ele, por exemplo, se o individuo morre, somente ele deixa de existir. A abordagem sobre esse assunto remete a um fato importante do respeito que devemos ter com o “eu” e o “tu” (o tu é o eu alem de mim), uma vez que conseguimos manter uma relação racional e harmoniosa podemos compreender melhor o fato da nossa existência nesta vida.
Assim chego a uma conclusão um tanto obvia, que o “eu” é um reflexo do “tu” e dessa forma ele gera a sua imagem a partir das experiências que ele vive com o mundo exterior. Assim é formada a cultura local e o modo como você age e pensa nada mais é que o reflexo instintivo do meio onde vive.
sábado, 22 de maio de 2010
-Sopro na face-

A brisa da manhã bateu contra a montanha, o sopro em minha face despertou o dragão que dormia.
Isso inicia uma nova mentalidade, uma forma de pensar mais evolutiva dentro da minha pessoa, mas não de uma forma onde a racionalidade reine soberana deixando o intuitivo abrasado em um canto escondido. A brisa da manhã é a chegada do primeiro pensamento que é suave como o sopro, mas suficiente para despertar o dragão que dormia, ou seja, o grande potencial adormecido. Tudo isso não passa de uma metáfora fantasiosa, mas o significado real e atuante ainda esta se desenvolvendo e o dragão ainda esta despertando.
Futuramente colocarei minhas idéias mais amadurecidas neste espaço, que há algum tempo havia deixado de lado, pensava ter adormecido de tal forma que não acordaria tão cedo e nem com tanta força. Por isso do dragão adormecido, pois ele dorme profundamente e quando acordado devasta e transforma tudo por perto.
Felizes aqueles que dormem, pois não precisam se preocupar em acordar!
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