sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

-Lembrança-


O momento que foi.
O momento que vai.
A gota que cai.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

-Introspecção-

Foi como se o universo estivesse nas minhas mãos, pude ver o presente, o passado e o futuro num milesimo de segundo como se fosse oniciente e vi dentro de mim algo que estava a tempos escondido dentro do lamassal do esquecimento, achei uma crianca, cheia de energia e disposta a encarar o mundo de frente sò por diversão, me encontrei esquecido dentro de mim mesmo. Alguns segundos pensando no que queria pra mim me fizeram ver o que não queria a muito ver: o tamanho do sonho que tenho e como ele seria dificil se eu não me encontrasse a tempos, mas a tempos já havia me encontrado e o sonho agora com certeza a todo vapor sera realizado.

Aos meus caros amigos que sempre estarão por ai em algum lugar aqui dentro de mim dando-me forca, OBRIGADO.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

-Por amar-

Amo por amar
Sem nada pedir
Nem só doar
Desejando somente
Felicidade
O melhor de mim
Do meu amor
Para te doar

domingo, 9 de janeiro de 2011

-Daniel Na Cova Dos Leões-

Aquele gosto amargo do teu corpo
Ficou na minha boca por mais tempo.
De amargo, então salgado ficou doce,
Assim que o teu cheiro forte e lento
Fez casa nos meus braços e ainda leve,
Forte, cego e tenso, fez saber
Que ainda era muito e muito pouco.

Faço nosso o meu segredo mais sincero
E desafio o instinto dissonante.
A insegurança não me ataca quando erro
E o teu momento passa a ser o meu instante.
E o teu medo de ter medo de ter medo
Não faz da minha força confusão.
Teu corpo é meu espelho e em ti navego
E eu sei que a tua correnteza não tem direção.

Mas, tão certo quanto o erro de ser barco
A motor e insistir em usar os remos,
É o mal que a água faz quando se afoga
E o salva-vidas não está lá porque não vemos.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

-Terna solidão-


É terna solidão calorosa
Num abraço envolvo-me
Nas tuas mãos a quentura
Que imagino sobre as minhas
Que tocam a nuca
E ouriçam meus cabelos
Sem bagunçá-los
Sem nem sequer tocá-los
Queimam-me as chamas
Do corpo tomam posse e Arde-me
Minha volátil incandescência imaginaria
Aquecendo-me no calor deste corpo
Que abraça- me e envolve- me
Nesta terna solidão incendiaria

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

-livre, do que?-

Estamos gritando em voz muda por liberdade, esta que nem sabemos onde possa estar e por isso gritamos, mas quem é ela e onde pode ser encontrada? Uma imagem distorcida do mundo ou uma suposta sensação que chamamos de liberdade? Senão sabemos o que estamos procurando será que quando for encontrada saberemos que é isto que buscamos?
Só seremos livres apos sermos aprisionados, pois a liberdade só existe na presença de seu oposto e assim devemos aprender onde realmente estaremos livres, na própria liberdade ou na aparente prisão que criamos para nos libertar?

domingo, 2 de janeiro de 2011

- Mais um ano-

Mais uma virada de ano, e mais um ano com menos sentido ainda. Neste segundo dia estou cansado das festividades, querendo um pouco de paz e sossego, enjoado dessa mesmice de todos os dias. Sorte a minha que este ano tudo muda, não por que simplesmente desejo isso, mas entrarei numa faculdade fazendo um curso que queria e me graduarei mais uma vez na minha arte marcial, também creio que este ano seja diferente por ter conhecido uma pessoa e espero poder ser livre com ela. Para este ano espero mais simplicidade da minha pessoa me tornando cada vez mais feliz e tranqüilo e me tornar mais sábio prestando mais atenção nas minhas ações para não deixar que meus impulsos descoordenados e insensatos me guiem. Não espero nada de ninguém, pois não posso fazer nada por elas caso não queiram e assim não me decepciono com suas falhas.

Feliz ano novo!

Que Deus esteja em seus corações!

sábado, 1 de janeiro de 2011

-Nessun Dorma-

Nessun dorma! Nessun dorma!
Tu pure, o, Principessa,
nella tua fredda stanza,
guardi le stelle
che tremano d'amore
e di speranza.

Ma il mio mistero e chiuso in me,
il nome mio nessun saprá!
No, no, sulla tua bocca lo diró
quando la luce splenderá!

Ed il mio bacio sciogliera il silenzio
che ti fa mia!

(Il nome suo nessun saprá!...
e noi dovrem, ahimé, morir!)

Dilegua, o notte!
Tramontate, stelle!
Tramontate, stelle!
All'alba vinceró!
vinceró, vinceró!