sábado, 2 de outubro de 2010

-Novos caminhos-


É quando o sol parece mais fraco que notamos o quanto ele é terno e acolhedor, é quando esta perdendo os sentidos que notamos o quanto eles nos fazem falta. Ao passo que minha vida corre enfrento essas pequenas dualidades, mas elas me trazem um doce um tanto sutil, um sabor que só pessoas como eu sabem apreciar, pois é amargo quando não se entende de onde vem tal degustação pelo que é bom e ruim ao mesmo tempo.
É muito bom saber que irei entrar numa faculdade no ano que vem e ao mesmo tempo tão ruim saber que deixarei tantas coisas que gosto para dar fim num futuro que ainda nem existe. Como será incerta as minhas experiências, como o meu conhecimento ira se expandir e como tudo isso possui um gosto irresistível de desconhecido e exótico. Tais reflexões excitam a mente a imaginar coisas quais estas me fazem flutuar em idéias e ideais distintos e tão parecidos em suas origens que me deixa angustiado com suas repetições paradoxais. Estou me preparando para enfrentar a saída da rotina, desafio este que deixa vários inquietados, pois como é ruim sair daquilo que já se esta habituado, mas é o preço pelo desconhecido que vou pagar com maior gosto que tenho em meus sentidos sensoriais.

Não tenho tempo para escrever mais e tenho muito em mente, mas obrigado pelo tempo que perderam aqui, feliz em saber que existem vocês!!

Arthur Alves Gabriel Berbert, futuro formado em filosofia [e faixa preta em Aikido]
Obrigado a Deus!